Nasce uma nova Igreja por mês

Written by Prof. Filipe. Posted in Ens. Secundário

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O Jornal Expresso fez uma reportagem sobre as novas igrejas em Portugal e a Revista Sábado On-line fez o resumo.

Há mais de 850 grupos religiosos registados em Portugal, mas não são um sinónimo de diversidade. Cerca de 90% são comunidades evangélicas, a maior de todas as minorias e que continua a crescer. A par da contínua diminuição do número de católicos, que celebram esta semana o 13 de maio, aumentam as pessoas sem religião. Já são 35% em Lisboa, tida como “laboratório” da diversidade religiosa no país (Jornal Expresso)

Os dados são do Ministério da Justiça. O registo revela a admissão de 853 grupos religiosos em 15 anos.

Nos últimos 15 anos, em média foi criada uma Igreja por dia. Os dados do Ministério da Justiça revelam a admissão de 853 grupos religiosos pelo Instituto dos Registos e Notariado (IRN).
Nos últimos cinco anos foram registadas 97 novas Igrejas, mais de uma por mês.
A criação das Igrejas cabe ao Registo de Pessoas Coletivas Religiosas (RPCR), que analisa e aceita pedidos de criação de novas Igrejas, indica o jornal Expresso. Foi criado em 2003, dois anos depois da entrada em vigor da Lei da Liberdade Religiosa.
Na fase inicial, foram admitidas 545 novas igrejas.
De acordo com o jornal, na Área Metropolitana de Lisboa 54,9% das pessoas diz ser católica. 5% diz ser evangélica ou protestante. Os muçulmanos e os budistas são quase equivalentes: 0,8% da população diz ser muçulmana e 0,7% budista. (Revista Sábado On-line)

Faltam 63 milhões de mulheres na Índia

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Uma notícia da Sábado - 30.jan'18, que vem reforçar a temática abordada na aula. Deixo o link do vídeo "Undesired" do fotojornalista Walter Astrada de 2010. Chamo atenção que se requer descrição para ver a reportagem/vídeo sobretudo às pessoas mais sensíveis e suscetíveis.

Undesired by Walter Astrada

Filme completo com legendas em português (12m)

Ao fim de décadas de abortos selectivos, a Índia registou a falta de mais de 63 milhões de mulheres, segundo dados oficiais do governo indiano.

Esta disparidade entre o número de homens e de mulheres que vivem no país é provocada pelo favorecimento que culturalmente é dado aos rapazes e que leva muitas mulheres a abortar quando sabem que vão ter uma menina.

Para além dos abortos, as meninas que nascem recebem menos cuidados de saúde e sofrem de desnutrição.

Na Índia, o nascimento de um rapaz é celebrado, enquanto que o nascimento de uma menina é visto como um problema, uma vez que mais tarde a família terá de pagar dotes para arranjar um casamento.

"O desafio do género é uma questão antiga, provavelmente milenar", escreveu o autor do estudo, o economista Arvind Subramanian, segundo o The Guardian.

O estudo verificou ainda que a descriminação ocorre em todas as classe sociais, até mesmo nas mais abastadas.

50 anos preso por crime que não cometeu

Written by Prof. Filipe. Posted in Ens. Secundário

Uma notícia do Jornal i de Joana Marques Alves a 17.nov'17.

Tinha apenas 19 anos quando foi detido.

O homem norte-americano que passou 46 anos preso foi libertado na quarta-feira, cerca de duas semanas depois de um juíz ter alterado a sua condenação quanto ao rapto e violação de uma enfermeira.

O juiz Richard Anderson afirmou que o caso contra Wilbert Jones era “no mínimo, fraco” e que as autoridades possuíam provas que poderiam ter exonerado Jones há décadas. Anderson aplicou uma fiança de apenas 2000 dólares, permitindo assim a libertação do presidiário.

Os procuradores já fizeram saber que vão pedir ao Supremo tribunal do Louisiana para rever a decisão do juiz, mas confirmaram que não têm intenção de voltar a julgar Jones, lê-se no site do Independent. 

Em outubro de 1971, Jones tinha apenas 19 anos. Foi nessa altura que foi detido pela polícia por suspeita de rapto e violação de uma enfermeira no estacionamento de um hospital. Foi condenado em 1974 a prisão perpétua, sem possibilidade de liberdade condicional.

O caso contra Jones tinha como base apenas o testemunho da enfermeira e o facto de esta ter identificado Jones como o autor do crime. A mulher, que morreu em 2008, identificou o suspeito três meses após a violação e, na altura, confessou à polícia que o homem que cometeu o crime era mais alto e tinha uma voz mais rouca do que a de Jones.O juiz Richard Anderson afirma que a polícia tinha estes elementos e mesmo assim decidiu ignorá-los, não passando toda a informação sobre o detido.

Os advogados de Wilbert Jones acreditam que o verdadeiro autor do crime era um homem que foi detido – mas não acusado – por suspeitas de ter raptado e violado outra mulher no mesmo estacionamento, 27 dias depois do ataque à enfermeira. O mesmo homem esteve envolvido noutro caso de violação, em 1973, mas só foi condenado por assalto à mão armada.

Jones, hoje com 65 anos, foi um presidiário exemplar – até os guardas prisionais testemunharam a seu favor. O seu advogado diz que é um homem “de idade, que não representa qualquer ameaça para a comunidade”. O viúvo da enfermeira nãos e opôs à sua libertação, lê-se no no comunicado emitido pela defesa de Jones. “Ele acredita que o senhor Jones esteve preso tempo suficiente e que deve ter a oportunidade de sair e passar os anos que tem com a sua famílias”, revela o mesmo documento.

O procurador responsável pela acusação de Jones também teve um papel importante nesta história – segundo os advogados de defesa, um documento do Supremo Tribunal, datado de 1974, mostra que este homem foi responsável por 11 acusações que acabaram por ter de ser revertidas anos mais tarde. 

Emily Maw, outra advogada de Jones que pegou no caso há 15 anos, emocionou-se ao falar sobre a sua libertação: “Os tribunais demoram muito tempo a reconhecer o erro”, disse com a voz embargada. Jones não prestou declarações.

Tesla Motor

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Um documentário da National Geographic que revela um empreendedor - Elon Musk - e todo o seu staff no desenvolvimento de um produto até ao consumidor final.